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Equipe Experiente de Professores Professor Elias Celso Galv�as (1) Descri��o de uma situa��o problem�tica: A did�tica usualmente empregada no ensino atual da Matem�tica, mais especificamente a did�tica usada no ensino b�sico, encontra-se ultrapassada, pois n�o incentiva ou estimula o aluno a desenvolver seu racioc�nio, n�o conferindo ao mesmo uma vis�o da totalidade do assunto estudado, tampouco das partes que fundamentam o todo. O assunto que se estuda, na maioria das vezes, n�o possui significado psicol�gico algum para o aluno que, por sua vez, n�o tende a desvincular o processo cognoscente de seu quotidiano, ou seja, de sua vida pr�tica. Os professores, geralmente, n�o sabem porque est�o ensinando determinado t�pico e, para agravar a situa��o, o aluno tamb�m n�o tem id�ia do porqu� (ou para qu�) est� aprendendo aquilo. Desta forma, o ensino torna-se um ve�culo de aliena��o � tanto no sentido cognitivo quanto psicol�gico, afetando negativamente a auto-estima do aluno, tornando o processo de constru��o do conhecimento uma esp�cie de processo de esquizofrenia coletiva, vazia de conte�do significativo e, por fim, alienante. (2) Precisando o problema: Acresce ainda que a did�tica empregada � igualmente alienante, no sentido em que n�o se preocupa em conferir ao aluno uma vis�o total do que est� sendo ensinado, bem como a fun��o que cada t�pico elementar (partes) possui para a forma��o de corpos de conhecimento mais complexos e gen�rico. Al�m disso, o ensino, mesmo dentro da Matem�tica, n�o se preocupa em vincular o conte�do com a realidade pr�tica do quotidiano do aluno. Os fundamentos elementares do aprendizado (partes, fundamentos), al�m de se relacionarem entre si, integram-se para formar estruturas mais complexas e amplas do conhecimento. Sem a estrutura��o do conhecimentos elementares (partes), a forma��o de conhecimentos mais amplos e complexos (totalidade, objetivo) � mal feita e, na pior das hip�teses, invi�vel. Portanto, na atual did�tica do ensino da Matem�tica, tais fundamentos elementares - que funcionalmente constituem as partes que integram conhecimentos mais complexos -, tendem a ser ensinados de forma desorganizada e inconseq�ente, gerando, naturalmen-te, uma falha na constru��o do conhecimento em sua totalidade, bem como a m� assimila��o das partes. Desta maneira, o aluno, quando consegue aprender algo, muitas vezes o faz por acaso, por sorte, por um processo mec�nico de tentativa e erro, tentativa esta de aprendizado que mais assemelha-se aos m�todos �Behavioristas� de memoriza��o, adestramento, que acarreta num condicionamento tipo est�mulo-resposta. � preciso, portanto, que o professor evite posturas, pap�is fixos de representantes supremos e detentores �nico de um conhecimento inating�vel. Por outro lado, � preciso que o professor exer�a o papel de mediador das discuss�es, discuss�es esta que o permitir�o, at� certo ponto, ser o facilitador, ou catalizador do aprendizado, sem que se use o conhecimento como mais um instrumento de aliena��o ou domina��o, reduzindo a educa��o a mais um mecanismo de obten��o, sustenta��o e reprodu��o do poder por parte do professor. S� assim, poder-se-�a democratizar o conhecimento, reformulando, ao mesmo tempo, as velhas metodologias e did�ticas de ensino, que n�o disseminam, mas elitizam o saber. (3) Como deveria ser ? � Levantamento de Hip�teses No presente item deste trabalho aborda-se a formula��o de uma nova metodologia de ensino, com �nfase na aplica��o pr�tica do conte�do te�rico, na democratiza��o (ou melhor circula��o) do conhecimento, bem como no incentivo a uma a��o mais participativa e cr�tica por parte aluno que se encontra em contato com a mat�ria estudada. A did�tica participativa, sempre convidaria o aluno a questionar, tornando-o, assim, o pr�prio sujeito ativo de seu aprendizado, fato que tenderia a despertar espontaneamente o interesse do mesmo em determinado assunto. Para tal, o aluno deve estar consciente, desde o in�cio do processo, do real objetivo daquele aprendizado. Desta forma, poderia se verifica que o aluno tenderia a adquirir um maior e mais espont�neo interesse pela mat�ria estudada, sempre que fosse poss�vel entender o por qu� daquele aprendizado, pois sabendo o objetivo daquilo que est� aprendendo, o conhecimento atinge um significado pessoal e psicol�gico para o aluno onde, outrora, existia o vazio gerado pela resist�ncia inicial ou a avers�o pelo assunto estudado. E tal interesse espont�neo torna-se ainda maior quando o pr�prio aluno sente-se capaz de descobrir, por si mesmo, os caminhos para o processo de constru��o interna dos elementos estruturais do co-nhecimento - logicamente, com o aux�lio de um orientador. Portanto, o objetivo de qualquer aprendizado deve ser conferir ao estudante os instrumentos cognoscentes b�sicos para que ele seja capaz de, por si s�, construir seus pr�prios conceitos, formulando e reformulando suas pr�prias teorias e, de maneira mais ampla, identificar os paradigmas dentro dos quais est� inserido (ou submetido), idealizando, ao mesmo tempo, outros paradigmas que diferem do dele, tudo isto dentro de uma vis�o cr�tica dial�tica. O aluno precisa, igualmente, adquirir o bom senso de, por si s�, distinguir o que � pass�vel de constru��o do conhecimento do que j� � por natureza conhecimento universalizado. Enfim, a constru��o e reconstru��o de novos conhecimentos � a verdadeira fun��o de todo livre pensador e, todo aluno, deve ser um livre pensador, motivado, adequadamente, pelo seu orientador. A did�tica que fundamenta esta nova metodologia de ensino deve acompanhar o aluno desde os seus primeiros passos. Deve acompanhar o aluno durante todo seu crescimento, durante toda a sua vida. O professor, agindo como um facilitador do aprendizado, precisa, portanto, �sair do pedestal�, abandonar o antigo lugar de poderoso �detentor de todo o conhecimento�. Assim, conhecimento deve �circular democraticamente�, possuir uma flexibilidade e rotatividade naturais, interagindo entre todos, cabendo ao professor a tarefa de observar, orientar e mediar os debates e os conflitos, assumindo o papel de facilitador (quando n�o catalizador) do processo de aprender. O papel de destaque � conferido, portanto, ao conte�do que est� sendo aprendido, n�o se conferindo demasiada import�ncia ao aluno, tampouco ao professor. Assim, evitar-se-�a a mesquinha �senda de vaidade�, bem como jogos patol�gicos de domina��o e submiss�o que hoje presenciamos, tanto por parte de professores, quanto por parte dos alunos, ambos, esquecendo-se constantemente do real motivo pelo qual est�o ali reunidos. Desta forma, conferindo �nfase aos conte�dos, evita-se a valoriza��o excessiva e, muitas vezes, desnecess�ria do professor em detrimento ao valor do aluno. Por outro lado, n�o se confere valor demasiado ao aluno, aluno este que, por sua vez, ter� outras chances de ser valorizado e, principalmente, obter uma maior auto-estima para que ele mesmo possa se valorizar, n�o precisando, assim, de paternalismo algum por parte do professor. Para que tudo isto se concretize, � preciso que se confira mais enfoque � estrutura��o do assunto estudado, mostrando ao aluno, al�m das utilidades pr�ticas que aquele estudo implica, a no��o da totalidade estrutural daquilo que est� sendo estudado. � importante, desde o come�o, definir os objetivos do estudo, e mostrar claramente como as partes estudadas o conduzir�o a um corpo de conhecimento mais amplo, que poder� ou n�o ser fundamental para pr�ximos aprendizados ainda mais complexos. Os conte�dos estudados n�o devem, portanto, ser passados ao aluno de maneira isolada, compartimentalizada, estanque... Ao contr�rio: cada parte do conhecimento deve ter uma utilidade pr�tica, bem como um significado psicol�gico para a vida do aluno. O professor deveria agir como uma mistura de fil�sofo e cientista, ou seja, � importante que o maior n�mero poss�vel de d�vidas relevantes e pertinentes consigam ser levantadas por todos, evitando, sempre que poss�vel, o fechamento total de uma quest�o, ou, caso isso venha a acontecer, o professor deve usar a conclus�o como meio para o levantamento de outras quest�es igualmente importantes e pertinentes ao assunto em pauta. Dessa forma, dentro deste ambiente, a d�vida e a curiosidade devem ser fomentadas, evitando-se a postura paternalista ou autorit�ria (da parte do mestre) de trazer para o aluno todas as respostas prontas, evitando, assim, o t�o enriquecedor questionamento. Paralelamente � vis�o cr�tica e refor�ando a vis�o pragm�tica das abordagens did�ticas, deve-se tentar constantemente construir uma ponte entre o conhecimento te�rico e a pr�tica daquilo que se est� aprendendo, ou seja, o que o objeto de estudo servir� para mudar a vida do aluno, da sociedade... Questiona-se: aquele conhecimento far� diferen�a para a vida do aluno ? De que maneira ? O professor que possui esta preocupa��o certamente est� respeitando o aluno, tanto no sentido social quanto psicol�gico. (4) Benef�cios O planejamento desta did�tica participativa e com sentido pr�tico evita com que o aluno estruture o conhecimento de maneira compartimentalizada, ao mesmo tempo que o faz questio-nar os �porqu�s� daquele estudo. Os elementos estudados dever�o, assim, adquirir, aos poucos, um significado dentro do universo pessoal, psicol�gico e cognoscente de cada aluno, fato este que gerar� um natural interesse pelo assunto estudado, ou, na pior das hip�teses, facilitar muito o aprendiza-do, tentando torn�-lo mais agrad�vel. O simples fato do professor n�o menosprezar a intelig�ncia do aluno e, transparentemente, explicar o porqu� e a utilidade do estudo em quest�o, j� seria um passo gigantesco, uma verdadeira revolu��o em termos did�ticos e metodol�gicos. O professor competente n�o � aquele que ret�m o conhecimento para si, mas aquele que o torna democr�tico. Al�m disto, a vis�o da totalidade, bem como a vis�o que mostra de que maneira as partes funcionam para compor esta mesma totalidade, tudo isto conferir� ao aluno uma vis�o mais cr�tica e completa das problematiza��es tanto acad�micas quanto quotidianas. A capacidade e o potencial de cada aluno jamais deve ser, de maneira preconceituosa, subestimada. Professor Elias Celso Galv�as | |||||||||||||||||
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